terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Retomada do blog

Olá, terráqueos!

Quem é vivo sempre aparece!

Estou aqui para dizer que 2018 é um ano de retomada deste blog (tentativa nº 5684416345). Sei que ele está entregue às moscas, que provavelmente exigirá um esforço e compromisso meu conseguir dar uma certa rotatividade, mas vamos tentar mais uma vez! (Só me vem a cabeça aquele meme da jornalista no Jornal Hoje "me perdi aqui, vamos tentar" haha).

O momento mais aguardado 
dos últimos quatro anos, haha
Este ano de 2018 eu tenho muitos motivos para tentar fazer o blog funcionar direitinho. Me formei!!! Thanks, God! Agora sou jornalista com diploma e DRT, tudo nos conformes. Já estou trabalhando com Comunicação em uma rádio aqui em Aracaju-SE, e o blog pode ser mais uma vertente desse meu lado jornalístico para ser explorado. Apesar que este blog continuará sendo um hobby e nada tem haver com o trabalho que hoje exerço (posso contar um pouco mais sobre ele em outro post), torço para conseguir dar uma visibilidade legal nele, espero conseguir deixar tudo isso aqui bem profissional, com conteúdo de qualidade. 

E por falar em visibilidade, outro motivo é que agora eu tenho um domínio, meu povooo! Sim! Agora o endereço do site é nathgomes.com! Olha que coisa chic! Quando vi que estava disponível, nem titubiei, fui lá e comprei! (Fiz um investimento certo? Acho que o tempo e meu esforço em tocar isso aqui dirá...). Um domínio traz uma série de benefícios, deixa tudo com um ar mais profissional e até nas buscas é melhor de encontrar o blog. Inclusive, foi abrindo sem "querer-querendo" o Blogger para ver como estavam as coisas e aparecer a sugestão de domínio que me motivei em voltar para cá.

Siga o perfil do blog no Instagram: @blognathgomes
Eu não estava usando esta plataforma, mas já algum tempo venho usando o Instagram através do @blognathgomes para resenhas de livros. De forma muito irregular também, admito... não desiste de mim, por favor! Mas agora o desafio é vincular as duas, fazendo uma trabalhar em prol da outra. A página no Facebook também foi criada e ainda está em fase de formulação. Assim que ela estiver toda "ok", divulgo aqui.

Aproveitando o ensejo: estou tentando trabalhar em novas artes, layouts e marcas para o site, a fanpage no Facebook e o Insta. Se houver algum designer gráfico ou alguém que manje muito desses paranauês lendo este post e deseje me ajudar (por enquanto não posso pagar, só pago com gratidão, rs), só entrar em contato através do meu e-mail: nathgomeslima@gmail.com. Se não, vou tocando o barco com meus conhecimentos rasos de edição e criação de imagens mesmo... E é isso aí, haha.

Sobre o conteúdo, o foco continuará sendo meus principais hobbies: livros, séries, filmes e música. Entretanto, tenho me despertado para escrever assuntos mais variados. Tenho alguns temas sobre os quais tenho me deparado no meu cotidiano e desejo abordar aqui. Também tenho escrito alguns textos mais sentimentais e emocionais, que volta e meia irei compartilhando com vocês (e à medida que a vergonha também for deixando!).

Espero fazer o blog dar certo dessa vez. Não posso prometer postagens todos os dias, até porque minha rotina não permite, mas prometo tentar trazer coisas legais que façam valer a pena sua visita!

Acho que isso é tudo, pessoal. E vamos que vamos!

Beijos e queijos! :*

sexta-feira, 27 de maio de 2016

[Resenha] Cidades de Papel

Olá, terráqueos!

Trazendo para vocês mais uma resenha. E essa é de um dos queridinhos atuais do público jovem, o escritor John Green (popular João Verde, rs).

Título: Cidades de Papel
Título original: Paper Towns
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 368
Ano de publicação: 2013
Avaliação pessoal: ★★★★
Sinopse: "Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia." [via Skoob]

Como nunca fiz uma resenha ou post especial sobre nenhum livro do John Green, venho aqui informa-lhes por meio desta (nooossaaa, que formal) que Cidades de Papel é o terceiro livro que eu li do autor. Posso dizer de antemão para quem cria expectativas em cima dos livros do Green é: Cidades de Papel não é melhor que A Culpa é das Estrelas, #prontofalei. Para falar a verdade, já até aceitei o fato de que ACEDE foi uma obra-prima do autor, algo excepcional, daquele tipo que não se repete. O que também não diminui os outros livros deles, pois achei O Teorema Katherine e Cidades de Papel livros muito bons.

Temos nesse livro o Quentin, um jovem comum terminando o ensino médio, vida comum, de rotina comum, com amizades comuns e até com objetivos de vida comuns. E temos também a Margo, que no primeiro momento você já percebe ser uma adolescente diferenciada em alguns sentidos, tanto no comportamento, quanto na forma de pensar. Eles eram amigos quando crianças, mas com o passar do tempo se distanciaram. Até que situações na vida de Margo fazem com que ela atraia a Quentin para uma séries de aventuras, começando desde uma noite de pregar peças para se vingar de alguns falsos amigos dela, até seu desaparecimento, o que preocupa Q (apelido do personagem, já tô íntima) e o leva a uma jornada para descobrir onde está sua amiga.

O livro é escrito em três partes:

  1. Os fios: dá uma introdução à vida de Quentin na sua adolescência, fala sobre sua rotina, seus amigos e etc. O ponto alto desta parte do livro é a noite de aventuras que ele passa com Margo e as peripécias de sua vingança.
  2. A relva: conta sobre o desaparecimento de Margo e todo o engajamento de Quentin e seus amigos para desvendarem possíveis pistas que ela tenha deixado e assim descobrirem seu paradeiro.
  3. O navio: os capítulos são descritos como horas e narra a aventura de Quentin e seus amigos ao colocarem o pé na estrada e atravessarem o país até chegarem ao local onde provavelmente Margo se encontra. 

É um livro sobre mistérios, tanto sobre o paradeiro de Margo, quanto sobre a incógnita que a garota é. Quentin vai descobrir coisas sobre ela que nem ele e nem ninguém imaginava. E tudo isso acontece enquanto procuram a garota, o que acontece, claro, recheado de aventuras e alguns momentos cômicos, que é uma marca que o João Verde não deixa de colocar em suas narrativas. Nunca entendi porque algumas pessoas falaram que este é o livro mais chato do Green, que a escrita é chata e arrastada, que é difícil de finalizar, coisa e tal, tal e coisa. Achei um livro bom, com um ritmo e escrita agradável e o li surpreendentemente rápido: em um dia e meio. Não sei se foi o fato da história ter me chamado a atenção, se foi qualquer outro elemento, se foi porque é do John Green... Realmente achei que encontraria algo bem abaixo da média de ACEDE, mas na verdade é o tipo de livro que dou quatro estrelas no Skoob. O que isso quer dizer? Que é uma leitura com muitos pontos fortes (por isso as quatro estrelas) e poucos pontos fracos (por isso não ganhou cinco, rs).




Pontos fortes: achei a premissa envolvente, curto a escrita do Green, gostei da maioria dos personagens. Vi muitas frases de efeito que fazem você refletir e até ri um pouco. Não entendi porque o título de "pior livro do John Green". Acho que na verdade é porque fui livre do pensamento de encontrar outra super história que me arrebatasse e todo aquele negócio e curti a simplicidade do livro. Destaco ainda o fato de alguns pontos do livro serem bem trabalhados, como aquele negócio das cidades de papel e isso, para mim, prova o quanto um autor estuda os mais variados assuntos e assim, como diria a amiga da MC Melody, vem "trazer um pouco de cultura pra esse povo" hahahaha (desculpem a referência, rs).

A única coisa fraca para mim, que fez o livro perder uma estrela, foi a personagem Margo. A partir do momento que conta a história dela como adolescente, não consegui gostar dela, do seu comportamento antes do desaparecimento e principalmente depois. Isso foi o que pesou um pouco na leitura. Quando lemos uma história, a gente já espera que exista um personagem no livro do qual a gente não goste (geralmente é o vilão, rs), mas é tipo aquela coisa: "nossa, eu amo odiar tal personagem" (isso acontece muito em Game Of Thrones). A Margo, por mais que eu entenda a existência dela na série, (afinal, a trama toda girou por causa dela), não consegui sentir alguma afeição. Fui bem indiferente a ela e continuei a leitura porque no geral, estava gostando da história. No final, a maneira que ela se comportou me deixou irritada. Mas isso também não quer dizer que eu não tenha percebido alguns pontos positivos na personagem. Algumas "filosofias" que ela acabou passando através de seu drama pessoal foram interessantes. No mais, achei a personagem meio que um porre.

Também abro um espaço para os amigos de Quentin, que foi a parte que deu uma certa graça a história e ainda lembrou alguns dos valores de verdadeiras amizades. Esse livro me fez pensar o quanto às vezes estamos colocando um amor acima de nossos amigos, mas que verdadeiros amigos sempre nos apoiam (mesmo que seja para largar a formatura no meio para atravessar o país numa viagem para encontrar finalmente minha amada, hahaha). Sério, cheguei a pensar "caraca, esses bichos são muito amigos desse doido mermo!" Encararam cada uma para o amigo encontrar a Margo e quem sabe o Quentin descolar a gatinha. Não sei o quanto eu aguentaria da obsessão de Quentin por Margo, mas sei que a amizade desses caras se provou ser PDM= à prova de mulheres.

O final foi aquela coisa meio rápida, que parece que não foi bem concluído, o que sempre me leva a pensar que: a) será que o autor estava correndo contra o tempo e fechou tudo muito ligeiro para poder entregar o livro à editora? ou b) aquilo foi realmente intencional: deixar essas pontas soltas para que os leitores fechem as brechas da história, imaginem como foi a vida do Quentin e outros personagens depois de tudo como quiserem e etc.? Prefiro ficar com a opção "b" para não me decepcionar com o autor e a obra, rs. No mais, só tenho a dizer que o livro é bom para quem gosta de histórias sem grandes pretensões, com enredo simples e ao mesmo tempo bem pensado, mas rico em mensagens que fazem refletir.

O filme que foi baseado no livro também foi bom. Uma boa adaptação, o que é raro de ser ver quando falamos em transformar um livro em filme. Algumas mudanças, mas nada que deixasse o filme com aquela cara de "nossa, que crime fizeram com o livro!". Tanto o livro quanto o filme estão recomendados. Curtam os dois sabendo diferenciar obra literária de obra cinematográfica. ;)

E você, o que tem a dizer sobre Cidades de Papel? Curtiu o livro? Gostou da resenha? Conta para mim nos comentários.

Até a próxima,
Beijos e queijos :*

Sumi... Mas voltei!

Olá, internautas!

Depois de muito tempo, eu sei.
Andei sumida por aqui, deixei o blog largado, abandonado... Fiz promessa de fazer reviews semanais de The Vampire Diaries e de The Originals e não cumpri. Sem falar das outras categorias do blog que já não eram cumpridas por mim e foram abandonadas de vez. :/
Sei que não há muitas justificativas para quando assumimos um compromisso com alguma atividade e não damos conta, principalmente por essas que falarei a seguir, mas é a minha realidade. Sei também que não são muitas pessoas que acompanham o que rola por aqui, mas mesmo assim me sinto na obrigação de deixar uma explicação para aqueles que entrarem aqui e verem um espaço de tempo tão grande entre as publicações.
Passei por meses difíceis. Muito mesmo. Tive um sexto período de curso turbulento, sofri com alguns problemas emocionais, psicológicos (talvez até faça algum post sobre isso, se me sentir a vontade para falar, pois acho importante discutir certos assuntos) e os poucos momentos que tive de descanso ou tempo livre, não conseguia me concentrar para produzir algo aqui. Estou de férias e apesar de ainda estar me recuperando de tudo que passei, me sinto mais a vontade para voltar para cá. Principalmente por gostar muito de escrever sobre o que escrevo aqui.
Então voltarei. Aos poucos e num ritmo lento, mas voltarei a produzir para o blog.
Não posso prometer mais as reviews semanais das séries, já tá meio tarde para isso, as temporadas já acabaram, mas prometo fazer uma grande review da temporada completa de cada uma. Tenho alguns livros (novos!)  que também quero falar sobre e mais um monte de coisinhas que gosto de falar, hihi.

É isso, galera! Espero que vocês me acompanhem nessa nova tentativa de fazer o blog funcionar e se eu sumir de novo, saibam que não é por falta de vontade.

Beijos e queijos! :*

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

[Review] The Vampire Diaries: 7×02 - Never Let Me Go

Olá, VampireManiacs!

Voltando para mais uma review de The Vampire Diaries! A de hoje é do segundo episódio desta 7ª temporada, o Never Let Me Go. E para começar, eu já posso ressaltar que não há muito que reclamar. A série, na minha humilde opinião, começou muito bem. Desde a Premiere, TVD mostrou nesta nova temporada um enredo que tem se mostrado empolgante e que pode render muito (se souberem aproveitar, lógico). Espero que boatos sobre a série não segurar uma outra temporada não se concretizem. Para dois episódios, a série tá caminhando bem demais das pernas sem a Nina Dobrev. Tá com uma ótima história em desenvolvimento e tudo com um certo ar de mistério. Espero que essas gringas assistam minha série para ela não ser cancelada, peloamor...

AVISO: ESTA POSTAGEM CONTEM SPOILERS!

O meu único receio com The Vampire Diaries é o fato dela estar trabalhando com essas duas linhas temporais, pois é difícil, no fim das contas, não deixar nenhum buraco. O episódio 2 mostrou, assim como na Premiere, acontecimentos de três anos a frente. Fazer os acontecimentos de agora se ligarem aos acontecimentos de um futuro meio que distante envolverá muito dos roteiristas para não haver falhas na história, pois quem acompanha mesmo vai encontrar a mínima brecha que deixarem. Ainda assim, esta parte do enredo está muito intrigante e se for tudo muito bem emendadinho, a história só tem a crescer na qualidade.

A vítima da vez da exterminadora do futuro foi a Caroline. Foi legal saber que daqui a três anos a Car estará vivendo seus sonhos profissionais, aquele do Jornalismo, lembram? (virou minha colega de profissão, haha). Saber que ela estava noiva também foi interessante: quais nomes passaram na cabeça de vocês quando o assistente de Caroline falou que o noivo dela estava na linha do telefone? O nome do Stefan? Algum estranho que ainda vai dar as caras? Quem sabe o Klaus, hein? não se ilude, Nathália. Tô mais achando que é um estranho, mas surpresas podem acontecer. Para Steroline shippers, o fim do episódio foi uma punhalada no coração, pois já podem riscar Stefan da lista de possibilidades. Só porque eu já estava curtindo a ideia da Caroline ficar com Stefan, os roteiristas vão lá e destroem meu quase otp¹. Merda. Steroline não é casal endgame², pelo menos não daqui a 3 anos. Mas tudo bem. A parte de mim que é Klaroline, a qual já tinha se resignado a ideia de seu shipper nunca mais acontecer, voltou a se iludir, eu não resisti. Ouvi boatos de que estavam querendo colocar a personagem lá em New Orleans, quem sabe essas cenas futurísticas da Caroline não sejam uma indicação de que ela está finalmente amarrada ao híbrido original? #oremos. Enfim, só são boatos. Klaroline shippers: nada de comoção nem rebuliço, ok? Vamos evitar corações partidos com uma provável decepção, rs.

    Sofre no préterito, no presente e no porvir.
Só para finalizar essa parte da história que se passa no futuro, ao fim do episódio a caçadora misteriosa matou o assistente da Car, sem falar na estaca que lançou na nossa loirinha. Nem sabemos em que situação ficou nossa Barbie Vampira. Gentem, quem é esta mulher serial killer??? Quem apostou que era a Caroline se vingando do Stefan, já perdeu. Estou achando que pode ser a Lily, que começou a caçar os nossos mocinhos depois deles terem matado todos os seus bebês hereges (sim, já estou prevendo que nossos heróis irão matar todos esses bruxos vampiros! hahaha. Só suposição, tá?). Outra parte de mim diz que é a Jo. Uma vez que Ric quer trazer ela de volta (e pelo visto vai conseguir, afinal isso aqui é TVD), ela voltará com sangue nos olhos para matar todo mundo que ela achar que deve morrer (não me perguntem os critérios dela, isso só vendo se acontece mesmo, rs). Porém como eu disse, é tudo suposição minha. Vamos ver qual vai ser a vítima da semana que vem para começarmos a encucar de novo, rs.

Voltando a linha temporal atual, os acontecimentos do episódio anterior foram se desenrolando. As consequências de Bonnie e Damon terem matado um herege da Lily, fizeram com que esta, por sua vez, sequestrasse Caroline. Aí vocês já podem imaginar toda aquela situação típica de um resgate, onde todos se envolvem da maneira que podem para resgatar a vítima da vez. Ouve todo um planejamento para resgatar a garota, que consistia em primeiramente reconquistar a posse da casa Salvatore e depois conseguindo entrar e tirar a loira de lá. Me lembrou um pouco quando essas coisas aconteciam à Elena e todos se mobilizavam para salvá-la, mas me recusarei a crer que Caroline é a nova mocinha indefesa de TVD, pois afinal a história não está girando em torno dela (como acontecia com a Elena). O que aconteceu a Car foi um efeito colateral de um drama maior. 

Claro que o plano não deu certo, afinal ainda está muito cedo para os planos darem tão certo assim, haha. No fim das contas, tudo só serviu para a Lily tentar jogar um pouco de acidez na relação Defan (o que ela não conseguiu, thanks God!) e fazer com que Enzo queira se infiltrar na família de Lily para salvar a Caroline. Ou vocês não se tocaram que toda aquela cantada do Enzo em cima da mamãe Salvatore era puro caô? O Enzo é apaixonado arriado os quatro pneus pela Caroline. Só a maneira como ele interage com ela e as carinhas que ele fazia ao ouvir os gritos de sofrimento dela, já dissipou todas as minhas dúvidas se era amor ou um lance. É amor. Pelo menos da parte dele. Com certeza ele está jogando esse papinho para conseguir conquistar 100% a confiança da Lily para depois libertar Barbie Vampira. O que me faz pensar: será o noivo de Caroline daqui a três anos o Lorenzo? Oh céus... Mas só para a constar, eu também gosto de Carenzo. Eu gosto da Caroline com todo mundo, porque sou dessas. Ela combina com quase todos os machos da série, eu vou fazer o quê?

    Quando a pessoa consegue ver um lado bom em tudo, haha.
Outros pontos:
  • Estou super curtindo o Damon. Ele está com um ótimo humor e como ele mesmo disse, que distração maravilhosa é enfrentar inimigos enquanto espera 60 anos. Amo ele nesse estilo, no seu habitual sarcasmo e ironia que tinham se perdido um pouco enquanto ele estava com a Elena...
  • ... Elena. Ah, Elena... Elena, filha minha, será que nem dormindo 60 anos você deixa de dar trabalho? Creindeuspai, garota. '-'
  • Nada de interação física Bamon neste episódio, mas apenas pela ligação celular, deu para sentir o toque de carinho (de amizade, tá? não vamos permitir nos empolgarmos) e proteção do Damon pela Bonnie.
  • O plano de salvar Caroline também envolveu parar literalmente o coração do Matt por 6 minutos que eram para ser 10 segundos, mas tudo bem... Nada que nós não já estejamos acostumados. Além do mais, o Matt é o humano "imorrível" da série, rs.
  • Sobre os hereges neste episódio, nada muito "nooossa". Só um pouco mais da personalidade de cada um e já deu para sentir que são uns sádicos e que apesar de família unida, há sim umas divergências entre eles. P.S.: e há vadias também. Qual a necessidade daquela herege que ainda não decorei o nome mostrar o diário do Stefan a Caroline? '-'
  • Sobre a pedra levanta-morto do Alaric: isso vai dar merda. Das grandes. Só pela promo da semana que vem já dá para ter uma ideia de quanta confusão essa pedrinha vai gerar, afinal não é só o Alaric que quer se beneficiar dela.

Classificação pessoal: ★★★★

Espero que vocês tenham curtido a review dessa semana e deixem nos comentários o que vocês acharam do episódio e da análise da amiga aqui. Fiquem com a promo do próximo episódio de The Vampire Diaries. Aguardo vocês semana que vem!



Beijos e queijos :*

Notas:
1: OTP significa One True Pairing, que é a combinação única de dois personagens em uma história, assim fazendo o casal perfeito. (Fonte: Dicionário Informal)
2: Casal endgame é aquele casal que no final das contas terminam juntos.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

[Review] The Originals: 3×01 – For The Next Millennium (Season Premiere)

Olá, peoples!

Sentiram saudades de New Orleans?
Como prometido, voltei para mais uma review e dessa vez será de The Originals! Vamos começar a aventura de comentar sobre essa série maravilhosa e que vem trazendo muitas novidades em sua terceira temporada.


AVISO: ESTA POSTAGEM CONTEM SPOILERS!!!


    Créditos: Divulgação CW

Quem acompanha a trajetória de Klaus e seus irmãos sabe que essa família tem muita história para contar. A família original de vampiros vem ao longo de mil anos criando inimigos (ok, o Klaus vem criando inimigos) e assim sempre fazendo com que The Originals nunca fique sem assunto. Essa terceira temporada começou desta forma, dando a entender que o enredo da série será completamente novo. Afinal papai original está muerto (agora foi, hein? haha), a mamãe perversa Esther e sua irmã, a titia Dahlia, que foram uma pedra no sapato dos irmãos Mikaelson na temporada anterior também se foram (estão lá vivendo em seu Paraíso adaptado). Então um novo vilão (ou mais de um vilão) está sendo construído para dar início a mais uma temporada de batalhas do bem contra o mal. (Ou do mal contra o mal. Ou do menos mal contra o mais mal. Sei lá, nunca consigo encarar Klaus como completo mocinho por causa das vilanias em TVD e porque ele é tendencioso a algumas crueldades, mas também não o consigo ver como uma besta horrenda. É difícil classificá-lo. Eu o amo, o acho um dos personagens mais complexos e cativantes da dramaturgia e isso é o suficiente para querer vê-lo triunfar sempre. #TemKlaus!). Mas e então a pergunta: quem é o vilão e qual é o enredo desta temporada?

Este primeiro episódio foi bem mais fraco ao se comparar as estreias das temporadas anteriores, mas não deixou de ser bom. Talvez um pouco mais parado e misterioso, pois não deu para vermos com clareza qual é a real intenção desse novo personagem, o Lucien, vampiro que foi criado a mil anos atrás pelo King Klaus. Ele chegou como amigo do Klaus e até vimos em flashbacks que passaram ao decorrer do episódio (adoro esses flashbacks) que ele ajudou, lá no início da jornada dos irmãos originais como vampiros a se infiltrarem na nobreza. Entretanto suas ações pelas costas do Klaus e a própria cara de falsiane dele não deixam enganar: ele é um lobo em pele de cordeiro. Sabemos que esse papo de querer proteger o Klaus para proteger sua linha vampírica (e consequentemente a si mesmo) pode ser um belo de um caô. Não quer dizer que ele não queira permanecer vivo, com certeza ele quer. Mas querer o bem-estar pleno do King é outra coisa completamente diferente. Com certeza há formas de quebrar a ligação de vampiros e seus criadores e talvez ele explore isso para matar definitivamente nosso híbrido querido. Ou talvez ele queira empalar o Klaus (o que não consiste em matá-lo definitivamente) ou jogar algum feitiço para deixá-lo inativo e recluso. Pela nossa bagagem de TVD e TO, sabemos que tudo isso é possível.

Ainda há outras formas de mexer com Klaus e uma delas é sua filhinha, aquela coisinha fofa e "mar" linda, a Hope. A menina tá crescendo que nem uma beleza e por mais que aparentemente todos que queriam vê-la morta estejam aniquilados, sempre existe o receio de inimigos do Klaus o atingirem em seu ponto mais fraco. O que me faz voltar ao Lucien. Ao final do episódio vimos que ele é o responsável pela empresa que está matando lobos da alcateia da Hayley, o que pode ser mais uma estratégia para enfraquecer o Klaus, pois os lobinhos estão juramentados a proteger nossa bebê prodigiosa. Sem falar que esse Lucien, em apenas um episódio se mostrou uma péssima influência para o Klaus, que teve uma escorregada no seu bom comportamento. Se Klaus continuar nesses ataques de psicopata, isso pode levar o Elijah que já não anda muito bem com o Klaus e quer a proteção de sua sobrinha a fazer algo para detê-lo. O mesmo é válido para a Rebekah ou até mesmo para Freya que tem se mostrado muito fraternal com sua família. Entre Hope e Klaus, acho que todos escolhem a Hope e daí pode surgir uma guerra entre irmãos. Provavelmente é isso que o Lucien quer: usar Klaus para destruir seus irmãos e assim aniquilar duas linhas vampíricas e logo em seguida destruir Klaus quando já não houver mais ligação de criação entre eles. Posso estar enganada, mas saberemos o que é de fato, gradativamente ao decorrer da temporada. Talvez o Lucien queira mesmo a segurança do Klaus. O problema é que já percebemos que este novo personagem é um maníaco de primeira. E vale lembrar que pelas notícias que saíram ao decorrer do hiato sobre essa nova temporada, o Lucien não é o único. As primeiras criações de Elijah e Rebekah também estão para chegar em New Orleans e com elas o dilema: amigos ou mais inimigos?

    Mostra para ele como se faz, meu garoto! ♥

Outros pontos:
  • Hayley: amo a personagem e espero que ela saia logo dessa maldição reversa. Que bad isso de passar mais tempo no corpo de lobo do que como humana e nem dar para conviver com sua baby. E ainda tem o fato de não vermos  Haylijah. :( Entretanto vemos que a personagem já vai entrar em algum novo plano, o que me faz lembrar que...
  • ... Davina está toda encrencada com suas bruxinhas. Ela não está conseguindo impor o respeito que precisa para controlar as bruxas do Quarter apenas com palavras, o que provavelmente a fez apelar para a força. Por isso ela pegou a Hayley no final daquele episódio. Acredito que no próximo episódio entenderemos onde ela quer chegar. Lembrando ainda que a personagem nutre um ódio eterno pelo Klaus (até gosto da Davina, mas esse ódio pelo Klaus já está me cansando. Desde a primeira temporada, essa história. Ela tem que focar em outras coisas.) e amor pelo Kol e prometeu trazê-lo de volta à vida o que também me faz lembrar que...
  • ... Foi muito bom ver aqueles flashbacks com todos os irmãos Mikaelson. Principalmente Claire Holt e Nathaniel Buzolic. Espero vê-los mais vezes interpretando a Rebekah e o Kol, mesmo que seja apenas em participações nos flashbacks que contam a história da família original. Mas ainda tenho esperança de vê-los de volta ao elenco regular. Se a Hope do Klaus é a última que morre, a minha também é! (nossa, que piada horrível, foi malaê).
  • Marcel: o que ele vai fazer nessa temporada? Até agora só temos a informação de que ele reassumiu o controle dos vampiros do French Quarter e está treinando possíveis novas crias. Um exército é sempre bom, mas o que eu quero saber mesmo é: qual é o propósito maior de tudo isso? Ele vai assumir um papel importante nesse novo enredo que está surgindo para a família Mikaelson? Ele vai ter uma história a parte? De que lado ele estará quando o conflito se armar e ele tiver que escolher?
  • Cami: não sei qual peso significativo ela vai ter na série essa temporada, além de ser objeto da afeição do Klaus e um de seus pontos fracos podendo ser usada para atingir o soberano dos vampiros. Eu quero mesmo que eles se peguem e se peguem muito, pois tá mais que na hora. Klaroline só Deus sabe se um dia pode voltar a acontecer, então vamos jogar com o que temos. O mal é que Camille é muito enrolada fazendo esse joguinho de quem não quer se envolver, mas bem sabemos que ela é fascinada pelo King. E gente, o Klaus é quase virgem nessa série. Ele precisa urgentemente de um pouco de romance para desestressar, rs.
  • Sobre este detetive que já foi anunciado como personagem nessa temporada, não há muito a se dizer. Sua participação nesse episódio foi tão ínfima que se eu não tivesse lido antes que ele teria uma participação significativa na temporada, eu teria achado que era um figurante. Sério mesmo. Basta esperar e ver no que vai dar.
Classificação pessoal: ★★★

Tudo que aconteceu nesse episódio é muito pano para muita manga e veremos o devido desenrolar nos próximos episódios. O início foi meio devagar, mas por ser a história da família original, tem tudo para ser uma grande temporada. E nós nos veremos também para comentarmos sobre esta delícia de série nas próximas semanas. Espero que você tenha gostado da review e deixe um comentário falando o que você achou do episódio, se concorda comigo ou não, mas sempre com respeito, ok? Seu feedback é muito importante! E volte sempre que puder para passearmos mais pelas ruas de New Orleans. :)

Abaixo, o vídeo da promo do episódio 3×02. Até a próxima!



Beijos e queijos :*

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

[Review] The Vampire Diaries: 7×01 – Day One of Twenty-two Thousand, Give or Take (Season Premiere)

Saudações, VampireManiacs!

Eu voltei a falar de The Vampire Diaries! E prometo que dessa vez será de uma forma mais compromissada. Isso mesmo! Pelo título da postagem, já dá para entender onde eu quero chegar: reviews¹ toda semana de cada capítulo que vai ao ar desta nova temporada da série de vampiros mais amada do planeta. Também teremos reviews semanais da maravilhosa série spin-off² The Originals. Uhul!
As reviews não serão apenas uma forma de falar de algo que eu gosto, mas também como forma de conseguir mais compromisso com as atividades do blog. Como saem capítulos das duas séries todas as semanas sem falta (tirando aqueles chatos hiatos, rimou), vai ser interessante para testar minha organização e responsabilidade, afinal, terei que ser pontual nas reviews e não deixar capítulos se acumularem.
Não havendo mais explicações a serem dadas, vamos a análise do episódio!

AVISO: ESTA POSTAGEM CONTEM SPOILERS!!!

     — Menina, acorda que a sétima temporada de TVD começou!
     — Opa, alguém disse TVD?!?!

Que a série começou com ritmo agradável e um drama um tanto intrigante, isso ninguém pode negar! Depois daquele primeiro minuto costumeiro de relembrar a temporada anterior, já temos uma cena que se passa três anos depois do "incidente" com Elena, e o coração se aperta na hora: Damon em um caixão. Stefan chega com uma bolsa de sangue (essas bolsas de sangue salvam não só o mundo humano, tá vendo?) e faz o irmão acordar. Damon estava naquele estado de "coma vampírico" provocado pela falta de ingestão de sangue. Ele desperta e daí em diante o episódio volta a narrar os dias atuais. Essa cena futurística foi apenas uns 30 segundos, mas olha, foi o suficiente para amarrar a atenção do público na série e tentar entender o porquê Damon tinha chegado ao ponto de escolher ficar inativo enquanto Elena dorme (mesmo ainda no começo do episódio é meio óbvio que o Damon fez isso visando acordar junto com Elena. Agora porque ele escolheu a quase-morte ao invés de viver e curtir sua vida enquanto a espera não sei dizer. Mas acho que isso será explicado nos próximos episódios.) e o porquê do Stefan precisar "acordá-lo" tão bruscamente.

Voltando aos dias atuais, algumas novidades. Acho que de tanto o público reclamar que a série se chamava The Vampire DIARIES e não haver diário nenhum já a algum tempo, os roteristas jogaram agora uma penca de diários. Caroline escreve um, Bonnie escreve um, o Stefan não lembro se escreveu algum nesse episódio ou se abandonou a prática, mas acredito eu que se ele não escreveu, ele escreverá mais cedo ou mais tarde, rs. Até uma herege escreve um diário. Aí onde entra a nova sacada da temporada que tinha começado com um gancho no final da temporada anterior: os hereges.
Eles são uma espécie de híbridos, só que diferente do que estamos acostumados com o que vemos com King Klaus. Os hereges são meio-vampiros, meio-bruxos. Isso mesmo. The Vampire Diaries conseguiu mais uma vez arranjar uma brecha nas próprias regras que cria e agora bruxos podem ser vampiros loucos por sangue e com todos os outros atributos da espécie. Mas lembrando que não é qualquer bruxo. São apenas aqueles bruxos que nascem sem poder próprio e para isso precisam sugar magia alheia (como o Kai, lembram? Inclusive: saudades Kai...). Se algum vampiro transformá-los, eles passarão por toda a metamorfose vampírica e ainda terão a capacidade de sugar magia. Se olharmos bem, eles não são, nem nunca foram verdadeiramente bruxos, eles apenas tem a capacidade de se aproveitar do poder de qualquer ser mágico. Mas bem, para todos os efeitos, assim são os hereges. E foram criados vampiricamente pela Lily (mãe do Damon e Stefan, é bom lembrar). Ela abriu mão de exercer a maternidade de seus filhos biológicos para ser a "Mamãe Herege". Para mim continua sendo uma mãe desnaturada e uma vaca de primeira, apesar de quê com os hereges ela sabe muito bem demonstrar seu lado maternal...

     Quando você percebe que vai ter que arrumar a bagunça das crianças... (Crédito: divulgação CW)

Então não é difícil deduzir que boa parte do antagonismo da temporada está na responsabilidade dos hereges. Os personagens que fazem parte desse grupo mostraram algumas peculiaridades já nesse episódios, como serem inconstantes, por exemplo. Desobedientes. Vingativos. Ah, e como poderia esquecer disso: loucos por sangue. Eu curti, haha. Combinação suficiente para fazer uma lambança de maldade já no primeiro capítulo: uma chacina em Mystic Falls, só para variar, né?!? Apenas porque nossos heróis (aqui lê-se Stefan, Caroline e Matt) quiseram explodi-los. Só. Nossa, gente, quanto rancor no coração... Os hereges pareceram uma boa turma para tocar terror, bem unida como uma família e o mais importante: provavelmente não serão tão capengas quanto Markus e sua trupe, lembram? Argh.
A saída para nossos vampirinhos do bem foi usar seus poderes para evacuar a cidade e assim proteger a população. Entregaram a cidade de bandeja num acordo com Lily, visto que eles se tocaram que não derrotariam os hereges tão rápido e  precisariam de um pouco mais de planejamento para isso. Então é isso: Mystic Falls está sequinha. Só tem gente mágica lá. E Matt. Sempre o Matt. É incrível a capacidade dele de sobreviver a sete temporadas sendo humano do começo ao fim, sem uma veia de sangue mágico no corpo. Abro um parêntese aqui: não odeiem o Matt, muito pelo contrário, façam como eu: vejam ele como um representante legítimo dos Bolsas de Sangue na série! Hahaha. Pronto, fecha parêntese.

Voltando ao episódio, no núcleo de Damon, Alaric e Bonnie, vemos o trio em uma espécie de mochilão na Europa. Damon e Alaric usando passatempos (por passatempo entende-se ingestão de álcool mesmo, rs) e um ao outro como apoio para suportar suas dores; do Damon de perder a Elena, do Alaric de perder a Jo. Bonnie age como uma espécie de vigia dos dois, principalmente de Damon, que volta a sua forma de soltar ironias e sarcasmos que atingem Bonnie, fazendo-a se sentir culpada pelo estado da Elena (o que não deixa de ser verdade). Ao saber da confusão criada pelos hereges e de todas as consequências, o trio volta para Mystic Falls e vemos mais da interação Bamon.
Três segundinhos de hesitação não faz mal, Bonnie. O Damon não
quer que você morra mesmo. Ele te ama, tá? Só como amiga, tá?
Vamos ver até quando... rs.
Foi só eu que fiquei com a impressão, ou os roteiristas estão querendo um pouquinho mais do que amizade entre Bonnie e Damon? No momento que ele tirou ela da frente da van, mesmo que ele tenha hesitado por 3 segundos, logo após rolou um clima. Um clima rápido mas ainda sim um clima. Eles brigaram depois por causa da hesitação dele, mas ok. No quarto de faculdade da Bonnie e antigo quarto da Elena: olha o clima lá de novo, minha gente! Eu posso estar exagerando, mas aquele papo de "somos melhores amigos", "estamos presos um ao outro" e "eu não sei o que eu faria sem você" soou de uma forma meio amorosa demais. Foi bem sutil, lógico, pois talvez os produtores estejam testando a reação do público quanto à relação da Bonnie e Damon, se serão melhores amigos, ou se Bamon pode ser mais que isso. Por mim tanto faz. Sério mesmo. Até seria interessante. Para mim não tem essa de "ah, os personagens não combinam romanticamente, devem continuar amigos", ou "mas isso seria uma traição à Elena" ou ainda "eles sempre se odiaram, não faz sentindo se gostarem como homem e mulher a essa altura do campeonato". Numa série onde já houveram muitas combinações românticas e onde um personagem já falou que nunca se envolveria com a Caroline (vide Stefan na primeira temporada) acho sim bem possível Bamon virar romanticamente real. (Lembrando que essa é minha opinião e ninguém tem obrigação de concordar. Não precisam se irritar. Sei que bem mais da metade do fandom não é a favor de Bamon, mas não precisam brigar comigo, vamos respeitar as amiguinhas que são minoria, né?). E gente: quando eu falo "nossa, espero mesmo que role Bamon", não é como se fosse um romance épico, viu? Só uns amassos com sentimentozinho já estava bom para mim. Mas se eles continuarem só amigos, também não faz mal. Eu gosto da interação dos dois de qualquer forma.

Como eu não vou ficar com paranoia na cabeça com essa troca de olhar? :o

O capítulo vai chegando ao fim com Bonnie e Damon matando um dos hereges da Lily, que por sua vez sofre muito com a perca de um dos seus "filhos" mais querido e aquele clima tenso de "o que vai acontecer agora?". Agiram inconsequentemente na vontade de salvar a cidade, precisamos admitir. E provavelmente isso vai deslanchar muitas tretas mais, porém foi bom ver a morte de um dos queridos da Lily. Essa mulher me dá nos nervos de tão desnaturada que é com seus filhos biológicos desde a sua aparição na última temporada. A última cena do episódio em questão volta ao espaço temporal que começou – os três anos depois – e vemos porque Stefan acordou Damon com tanta urgência: uma caçadora misteriosa o está perseguindo implacavelmente e Stefan precisa da ajuda de seu irmão. Acredito eu que ficará em aberto aos próximos episódios como se desenvolverá isso dessa caçadora (acho que ela está atrás de vingança) e veremos também se a série trabalhará durante toda a temporada com duas linhas temporais.

O episódio foi satisfatório para uma estreia, com um toque de suspense, ação, misturadas com uma dosagem de romance bem light. Os personagens estão tocando suas vidas, mesmo sem Elena, ou seja, salvando uns aos outros, salvando Mystic Falls e com suas crises existenciais e emocionais que já são típicas de cada um. Todo o episódio apresentou um bom início de um novo enredo e pareceu prometer muito para a série durante esta sétima temporada.

Outros pontos:
  • A única cena romântica propriamente dita foi entre a Caroline e o Stefan, e não achei tão cúmulo quanto alguns assim dizem. Foi uma bela cena e acho SIM que o casal tem química. Para mim, Caroline é a unica opção romântica do Stefan na série. Achar outro par para o Stefan demandaria a entrada de uma nova personagem, o qual acho que seria ainda mais forçado. Então tá bom com a Car mesmo.
  • Por falar em romance, pelo visto teremos um casal herege lésbico. Foi interessante aquele momento em que elas recearam dar as mãos, até se darem conta de que vivem agora no século XXI, uma sociedade em que as pessoas estão mais conscientes de respeitar a orientação sexual do outro. será mesmo?
  • Enzo: continuo achando a trama do personagem um pouco sem graça para seu potencial. Deu uma leve subida em relação a sexta temporada (mds, que cagada foi aquela na história do Enzo na temporada anterior?), mas ainda acho que o personagem poderia ser mais significativo para a história, pois ele tem cacife para isso. Vamos aguardar como vai ser o seu desenvolvimento.
  • Alaric: será mesmo que ele vai conseguir trazer a Jo de volta? Sabemos que em The Vampire Diaries tudo é possível, mas desde que o Outro Lado foi destruído, para mim quem morreu, morreu. Sério, como ele vai reverter isso?
  • Elena: pois é, meu povo... Elena não estava presente fisicamente, afinal a Nina Dobrev não está mais no show, mas isso não foi empecilho para repetirem o nome dela mais de 10 vezes. Eu contei, rs. Quando chegou na décima citação à Elena, até parei de contar. Percebi que iria me cansar, afinal a escrita dos diários está sendo feita para Elena se atualizar quando voltar (no último episódio da Series Finale³ e olhe lá...). E há também o fato de todos os personagens ficarem sempre citando ela em suas interações. Acredito eu que isso se deva ao fato de que TVD está começando a caminhar agora sem a Nina e sua personagem e levará um tempo até acharem uma forma que a ausência da Elena não seja esquecida, mas que não dê tanto a perceber o impacto que causa no show.
  • Audiência: A série registrou a pior audiência em uma Season Premiere4: atingiu 1,37 milhão de espectadores e 0.6 ponto na demo. Se for realmente a falta de Nina na série, TVD terá que achar uma forma rápida de compensar sua ausência. Seja continuando exibindo episódios em crescente qualidade ou trazendo uma storyline bastante empolgante para o seu público ou ainda as duas coisas ao mesmo tempo. Eu sei que material e potencial para fazer desta 7a. uma grande temporada, a série tem. Vamos torcer!
Classificação pessoal: ★★★★

Então é isso, galera! Sei que essa primeira review ficou enooorme e se você leu até aqui, muito obrigado por sua paciência e consideração. Espero que você tenha gostado da minha análise do episódio e deixe um comentário abaixo. Essa é só a primeira; prometo me esforçar para melhorar e fazer reviews mais sucintas, rs. Acompanhe no vídeo abaixo, a promo do próximo episódio de The Vampire Diaries.



Até a próxima semana,
Beijos e queijos :*

Notas:
1: análise crítica sobre determinada obra.
2: nos meios de comunicação, um spin-off é um programa de rádio, programa de televisão, vídeo game ou qualquer obra narrativa derivada de uma ou mais obras já existentes. A diferença entre um spin-off e uma obra original é que ele se concentra, em particular, mais detalhadamente em apenas um aspecto, por exemplo, um tema especifico, personagem ou evento. (Fonte: Wikipedia)
3: última temporada de uma série.
4: estreia de temporada de uma série. 

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Top 10: wishlist literária

Olá, pessoal! Tudo na boa?

Hoje eu vim compartilhar com vocês uma das minhas wishlists¹ (sim, digo "uma das" porque tenho váaaaarias. Dos mais variados temas. Só me falta mesmo o dinheiro para comprar!).
A de hoje é sobre livros. Na verdade, essa lista é só com alguns deles. Minha wishlist literária inteira tem muitas séries (muitas mesmo), mas na que vim mostrar para vocês hoje, me concentrei mais nos livros avulsos.
Lá vai:





1. A Menina Que Roubava Livros (Marcus Zusak)
Se alguém me perguntar um livro que eu posso destacar que li ano passado, foi esse. Que leitura maravilhosa! Se tornou um dos meus favoritos, tipo, da vida toda. Mas acreditem, ainda não tenho a versão física. Li o livro em ebook e até hoje espero uma oportunidade de comprá-lo.

2. Inferno (Dan Brown)
Eu amo, amo, AMO os livros do Dan Brown. Acho incrível todo o suspense e polêmica que seus livros causam, me prendem a atenção de uma forma total. De todos os livros que compreendem as aventuras do seu mais famoso personagem, o professor de simbologia (e mestre em desvendar mistérios) Robert Langdon, Inferno é o único que ainda não tenho e não li. Os três anteriores que já adquiri são Anjos e Demônios, O Código da Vinci e O Símbolo Perdido.

3. Marley e Eu (John Grogan)
Nunca achei que um livro que contasse a história de um cachorro pudesse me fazer chorar tanto. Livro lindo, emocionante e mais um que eu li em ebook e estou doidinha para comprar!

4. O Menino do Pijama Listrado (John Boyne)
Mais um livro lindo, com uma história tocante, que se passa em uma época de muito sofrimento: a Segunda Guerra Mundial. Essa foi a minha primeira leitura de 2014 e ainda não consegui comprá-lo... Mas quero muito!

5. Como Eu Era Antes de Você (Jojo Moyes)
Esse livro muito falado esse ano está na minha meta de leitura de 2015. Foi tanta crítica bacana que eu não resisti a curiosidade de lê-lo e com certeza, de adquirir a versão física para admirar na minha estante!




6. P.S. Eu Te Amo (Cecilia Ahern)
É um dos meus livros preferidos no gênero romance. Quase comprei uma vez, porque o encontrei numa baita promoção nas Lojas Americanas, mas desisti tristemente quando percebi que era versão econômica. Nada contra quem gosta, afinal o preço dos livros econômicos são bem em conta, até tenho alguns. Mas no geral, não gosto de adquirir os livros econômicos. Prefiro os originais, com o tamanho original e número de páginas originais. Sem falar que esses econômicos, muitos não tem orelhas e vem com a fonte pequenininha. (Acho que vou até fazer um post sobre isso qualquer dia).

7. Em Seus Passos o Que Faria Jesus?
Um dos melhores livros com abordagem cristã que já li. Tenho uma vontade imensa de adquirir esse livro, inclusive para relê-lo e relembrar as coisas que aprendi com ele.

8. Querido John
É o meu livro preferido do Nicholas Sparks. Li a muito tempo e ainda não tive oportunidade de comprar. Quando encontrei um exemplar com preço bacana, aconteceu a mesma história que aconteceu com o P.S. Eu Te Amo: era econômico!

9. Cidades de Papel
Amo os livros do John Green, e dos seus quatro mais famosos (A Culpa é das Estrelas; Quem É Você, Alasca?; Cidades de Papel e O Teorema Katherine) esse e QEVA são os únicos que não li e não tenho... Uma pena. :(

10. Quatro
Livro extra da série Divergente. Li emprestado, mas ainda tenho vontade de adquiri-lo, principalmente para fechar certinho minha coleção... Dá uma crise de TOC só de olhar para a estante e ver toda a série lá, só ele faltando, rs.


Como vocês podem perceber, a lista nem se trata de livros recentes, que são lançamentos ou algo do tipo. Alguns já tem até muitos anos de lançados e/ou lidos por mim. Eles entraram na wishlist porque eles realmente se tornaram muito especiais para mim e é uma pena que eu ainda não os tenha. Sabe como é, falta a tão querida bufunfa, rs. Mas os terei, haha. Só esperem eu arrumar um emprego bacana ou ganhá-los, o que é improvável...
E vocês, quais são os sonhos de consumo literários? Contem para mim!

Beijos e queijos :*

¹Wishlist: do inglês, numa tradução ao pé-da-letra, significa "lista de desejos". Fazer uma wishlist nada mais é do que você listar coisas que você deseja adquirir, seja através de compra ou ser presenteado.